Exame Admisisonal https://sso.com.br Atendimento das 8 as 19hs. Exames Periódicos, Demissionais. Agende seu exame online, você cega na unidade e recebe atendimento prioritário. Sun, 13 Sep 2020 04:51:22 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.2 https://sso.com.br/wp-content/uploads/2019/03/sso_icon_32_32.png Exame Admisisonal https://sso.com.br 32 32 CALOR, UM PROBLEMA QUENTE NO BRASIL https://sso.com.br/2020/08/06/calor-um-problema-quente-no-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=calor-um-problema-quente-no-brasil Thu, 06 Aug 2020 19:08:31 +0000 http://sso.com.br/?p=4807 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

Como o profissional de SST pode gerenciar esse problema? A exposição ao calor nos Estados Unidos gerou, em 2018, 3.120 casos de afastamento laboral. Ainda pior do que isso é a estatística de 49 fatalidades revelada em artigo publicado pela revista “The Synergist”, da Associação Americana de Higiene Industrial (AIHA), no último mês de abril. […]

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Como o profissional de SST pode gerenciar esse problema?

A exposição ao calor nos Estados Unidos gerou, em 2018, 3.120 casos de afastamento laboral. Ainda pior do que isso é a estatística de 49 fatalidades revelada em artigo publicado pela revista “The Synergist”, da Associação Americana de Higiene Industrial (AIHA), no último mês de abril. Entretanto, conforme informações da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas daquele país, muitos casos sequer são notificados. Robert N. Phalen, professor e coordenador de saúde e segurança ocupacional na Universidade de Houston-Clear Lake, no estado norte-americano do Texas; e Catherine L. Besmar, graduada na mesma instituição e que foi pesquisadora assistente na Administração de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), são enfáticos ao assegurar que doenças provocadas pelo calor “podem afetar praticamente qualquer um”.

Autores do artigo “É o calor – E a umidade” divulgado pela “The Synergist”, eles destacam que os sintomas dessas enfermidades podem até “afetar a habilidade de reconhecer o perigo”. O problema, segundo eles, “vai além de permanecer longe do sol, se manter hidratado e fazer paradas regulares para se recuperar.” O risco de estresse gerado pelo calor é real, na avaliação. Eles sugerem o exemplo de alguém que, mesmo com boas condições físicas, esteja se exercitando vigorosamente sem ar-condicionado, bebendo água suficiente e usando roupas leves e refrescantes. Apesar de todos esses pontos que aparentemente sugerem segurança, ainda assim a pessoa pode estar correndo o risco de sofrer com o estresse térmico. É um quadro que inicia por causa da energia e do sangue exigidos pela musculatura para competir com os mecanismos de resfriamento do organismo, mas que são insuficientes, apontam os pesquisadores.

Concordo com Phalen e Besmar que isso configura um imenso desafio para nós que somos profissionais higienistas, afinal, os trabalhadores – quer sejam de todos os segmentos que citei como exemplos no início do presente artigo, quer sejam de outras áreas com características semelhantes – estão sob risco mesmo durante os períodos com temperaturas consideradas leves. E no caso do Brasil essas fases do ano têm, cada vez mais, durações menores. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) publicou na revista “Pesquisa Fapesp” no último mês de março reportagem confirmando que 2019 foi o ano mais quente já registrado no País. O texto se orientou por dados divulgados no mês anterior pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmetro), que é órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A instituição, que avalia a variação diária da temperatura no Brasil desde o fim do século 20, atestou que no ano passado a média de temperatura máxima durante os dias foi de 31,05°C, superando os 31,02°C de 2015, que até então havia obtido a média mais elevada. De acordo com a reportagem, estamos dentro de uma tendência global, conforme dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM), que indicou 2019 como o segundo ano mais quente desde o longínquo 1850, quando as medições passaram a ser realizadas. As causas para esse crescimento, segundo o meteorologista do Inmet de São Paulo, Marcelo Schneider, ouvido pela Revista da Fapesp, são a “variabilidade natural do clima, o aquecimento global e a ação humana, com a maior emissão de gases do efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4), a expansão urbana e agrícola e o desmatamento”.

Cristiano Cecatto – Consultor e diretor da SSO, perito, membro ABHO, engenheiro mecânico e de segurança no trabalho, mestre em engenharia de produção, Certified Machinery Safety Expert – CMSE®

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Agendamento Psicologo Online https://sso.com.br/2020/04/15/agendamento-psicologo-online/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agendamento-psicologo-online https://sso.com.br/2020/04/15/agendamento-psicologo-online/#respond Wed, 15 Apr 2020 21:09:21 +0000 http://sso.com.br/?p=4681 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

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SSO Comunicado https://sso.com.br/2020/03/19/sso-comunicado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sso-comunicado Thu, 19 Mar 2020 15:56:48 +0000 http://sso.com.br/?p=4327 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

Prezados Clientes, Em virtude do surto do Coronavírus – COVID-19, estamos seguindo as orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM), Ministério da Saúde e ANAMT, a partir do dia 23/03/2019 estaremos atendendo com horário diferenciado, das 10 horas até 16 horascom pausa no horário as 12:30 as 13:30 para evitarmos o aglomerado de pessoas nos […]

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Prezados Clientes,

Em virtude do surto do Coronavírus – COVID-19, estamos seguindo as orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM), Ministério da Saúde e ANAMT, a partir do dia 23/03/2019 estaremos atendendo com horário diferenciado, das 10 horas até 16 horascom pausa no horário as 12:30 as 13:30 para evitarmos o aglomerado de pessoas nos transportes públicos e em nosso ambiente da clínico.

Solicitamos não exponham seus funcionários, deem prioridade e atendimentos Admissionais e Demissionais, porem realizaremos os atendimentos Periódico, Retorno ao Trabalho e Mudança de Função em caráter de exceção.

De acordo com a SBPT, fica suspenso a execução dos exames de espirometria em todos os estabelecimentos de saúde Inclusive a SSO, até novas orientações.

MEDIDAS ADOTADAS PELA SSO:

Todos os colaboradores que vierem para realizar os exames ocupacionais, serão triados, através de um questionário, na recepção do edifício e caso exista a HIPÓTESE será orientado a retornar após 14 dias ou que traga um relatório médico atualizado para descartar a possibilidade de disseminação Vírus.

ORIENTAÇÕES:

  1. Ao entrar em nossa clínica lavar as mãos e posteriormente usar álcool em gel;
  2. Foi realizado o distanciamento social, o espaçamento das cadeiras no salão de espera;
  3. Aberturas de todas as janelas para maior circulação do ar;
  4. A equipe de limpeza higienizará canetas, maçanetas, balcão, pias e todos os objetos que sejam compartilhados a cada hora.
  5. Todos os atendentes e profissionais da saúde atenderam de máscaras cirúrgicas que são trocados periodicamente conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Essas medidas poderão sofrer alterações conforme determinações dos órgãos competentes citados acima.

 

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Ações fundamentais para o combate ao Coronavírus em locais de trabalho https://sso.com.br/2020/03/10/acoes-fundamentais-para-o-combate-ao-coronavirus-em-locais-de-trabalho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=acoes-fundamentais-para-o-combate-ao-coronavirus-em-locais-de-trabalho Tue, 10 Mar 2020 20:41:37 +0000 http://sso.com.br/?p=4283 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

Por Cristiano Cecatto Na última década, praticamente a cada ano somos surpreendidos pela mídia com notícias de alguma nova epidemia que ameaça a existência humana. Foi assim com o antraz, em 2000; o vírus do Nilo Ocidental, no ano seguinte; a síndrome respiratória aguda grave (SARS) de 2003; a influenza aviária (H5N1), que amedrontou milhões […]

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Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

Por Cristiano Cecatto

Na última década, praticamente a cada ano somos surpreendidos pela mídia com notícias de alguma nova epidemia que ameaça a existência humana. Foi assim com o antraz, em 2000; o vírus do Nilo Ocidental, no ano seguinte; a síndrome respiratória aguda grave (SARS) de 2003; a influenza aviária (H5N1), que amedrontou milhões em 2005; a bactéria E. coli, em 2006; a gripe suína, três anos mais tarde; o Ebola em 2014; o zika vírus em 2016 e a volta do sarampo em 2019. Em nenhuma destas ocasiões o mundo acabou. Mas, em muitos países, as estatísticas de mortes provocadas por tantas doenças impressionam. Em todos os casos, além da tragédia em si que representa a perda de uma vida, empregadores e empregados, suas famílias e amigos, todos enfrentam as consequências de situações que nos fazem lembrar as pragas bíblicas. E no último dia do ano passado, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) recebeu o alerta sobre múltiplos casos de pneumonia em Wuhan, na província chinesa de Hubei, revivemos este cenário com o Coronavírus.

Sete dias depois, já com o nome de Covid-19, o vírus que infecta tanto seres humanos quanto animais, passou a ser nosso novo inimigo. O problema ganhou páginas de jornais, cada vez mais tempo em rádios e televisões e um imenso número de matérias em portais da Internet em todo o mundo. E, por mais que governos adotem o cuidado para não espalhar uma onda de paranóia entre seus cidadãos, aconteceram casos de histeria em massa, como no Equador, onde só um caso foi registrado, mas a população criou uma confusão ao invadir lojas em busca de álcool e máscaras protetoras. Independente disso, autoridades passaram a dar a devida importância à situação. No primeiro dia de março, por exemplo, o ministério da Saúde da Espanha convocou um Conselho Interterritorial de Emergência para avaliar as medidas tomadas sobre a epidemia. Em videoconferência, autoridades de várias áreas do país discutiram o assunto.

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Desafios à construção https://sso.com.br/2019/08/28/desafios-a-construcao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=desafios-a-construcao https://sso.com.br/2019/08/28/desafios-a-construcao/#respond Wed, 28 Aug 2019 14:28:06 +0000 http://sso.com.br/?p=2990 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

Cenário atual requer rigor nos cuidados com a segurança para garantir melhores resultadosPor: Cristiano Cecatto De 2012 até dezembro de 2018 o Brasil somou 4,8 milhões de acidentes de trabalho. A estimativa é que, a cada 48 segundos, um novo caso aconteça em todo o território nacional, sendo a construção civil o quarto maior setor […]

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Cenário atual requer rigor nos cuidados com a segurança para garantir melhores resultados
Por: Cristiano Cecatto


De 2012 até dezembro de 2018 o Brasil somou 4,8 milhões de acidentes de trabalho. A estimativa é que, a cada 48 segundos, um novo caso aconteça em todo o território nacional, sendo a construção civil o quarto maior setor em ocorrências.
Os dados são do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, organizado pelo Ministério Público do Trabalho, e podem ser acessados no endereço eletronico https://observatoriosst.mpt.mp.br. A ferramenta, que acompanha a evolução destes dados em tempo real, comtabiliza 17.715 mortes até o dia 15 de julho deste ano, em um impressionante número de 4.848.743 ocorr~encias e 378.754.87 dias de trabalho perdidos com afastamento previdenciários produzidos por esses acidentes.

Artigo

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PROFISSIONAIS DE SST EM TRAGÉDIAS https://sso.com.br/2019/08/28/profissionais-de-sst-em-tragedias/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=profissionais-de-sst-em-tragedias https://sso.com.br/2019/08/28/profissionais-de-sst-em-tragedias/#respond Wed, 28 Aug 2019 13:59:06 +0000 http://sso.com.br/?p=2979 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

CONTRA QUEDAS Embora números de acidentes de trabalho em altura venha diminuindo desde a criação da NR-35, mais de 200 mil ocorrências foram registradas entre 2012 e 2018. PROFISSIONAIS DE SST EM TRAGÉDIAS Envolvimento e atuação plena de conhecedores da área pode ser vital na prevenção e combate de situações de emergência. Desabamentos do edifício […]

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CONTRA QUEDAS
Embora números de acidentes de trabalho em altura venha diminuindo desde a criação da NR-35, mais de 200 mil ocorrências foram registradas entre 2012 e 2018.

PROFISSIONAIS DE SST EM TRAGÉDIAS
Envolvimento e atuação plena de conhecedores da área pode ser vital na prevenção e combate de situações de emergência.

Desabamentos do edifício Palace II e da Ciclovia Tim Maia. Rio de Janeiro,1998 e 2016.
Incêndio da Boate Kiss. Rio Grande do Sul, 2013. Rompimento das barragens de mariana e Brumadinho. Minas Gerais, 2015 e 2019. A lista de tragédias no Brasil tem nestes episódios apenas um início.
Se uma pesquisa por outros casos for intensificada, a quantidade de ocorrências só vai aumentar e, com ela surge uma característica comum para cada episódio: a ausência de um planejamento para a gestão de emergências.

artigoCipaAgo2019

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NOVA DEFINIÇÃO DE SÍNDROME DE BURNOUT https://sso.com.br/2019/08/14/nova-definicao-de-sindrome-de-burnout/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nova-definicao-de-sindrome-de-burnout Wed, 14 Aug 2019 15:11:22 +0000 http://sso.com.br/?p=2802 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) passa a dar novo olhar à doença. Será o mais acertado? O termo psicológico “Síndrome de Burnout” foi criado em 1974 pelo psicanalista alemão Herbert Freudenberger. A palavra burnout vem do inglês to burn out, que significa“queimar por completo”. Segundo o autor, essa síndrome estava relacionada com a sensação […]

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) passa a dar novo olhar à doença. Será o mais acertado?


O termo psicológico “Síndrome de Burnout” foi criado em 1974 pelo psicanalista alemão Herbert Freudenberger. A palavra burnout vem do inglês to burn out, que significa“queimar por completo”. Segundo o autor, essa síndrome estava relacionada com a sensação de exaustão advinda do excesso de demandas de energia, forças ou recursos pelo qual ele e seus colegas estavam sentindo enquanto trabalhavam como voluntários numa clínica comunitária.Os primeiros estudos científicos relacionados à doença, também conhecida como síndrome da exaustão emocional, foram realizados pela psicóloga americana ChristinaMaslash (1982), a qual definiu essa síndrome em três elementos básicos:

Exaustão emocional


Em estudo realizado com médicos, verificou-se a intensa carga emocional que o contato frequente e penoso com pessoas adoecidas e queixosas de seus sofrimentos proporcionava ao profissional uma sobrecarga psíquica e, alguns, começavam a tornar-se pouco tolerantes, “nervosos”, emocionalmente alterados tanto no ambiente de trabalhoquanto fora dele, interferindo nocivamente nos relacionamentos sociais.

Despersonalização


A pessoa começa a comportar-se de certa forma “fria”e e com pouca empatia, por exemplo, ao dar uma notícia de doença grave a um paciente.

Redução da realização pessoal e profissional


Quando o profissional não enxerga mais em sua profissão a realização profissional e a motivação para continuar na carreira escolhida, gerando sentimentos de decepçãoe frustração que, muitas vezes, levam ao adoecimento como a depressão.Os profissionais mais propensos a desenvolverem a Síndrome de Burnout são aqueles que lidam diretamente com situações da vida das outras pessoas, como: médicos, enfermeiros, policiais, bombeiros, assistentes sociais, psicólogos, e aqueles que são considerados “workhalocs”, que colocam o trabalho como prioridade maior em suas atividades diárias.

Sobre a nova definição


A nova definição de 28 de maio deste ano estabelece
que o Burnout não é uma doença, mas uma síndrome resultante de “estresse crônico no trabalho e que não foi administrado com êxito”.
A Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11) entrará em vigor com a inclusão dessa síndrome à partir do dia 1º de janeiro de
2022, com o código QD85 e fará parte do capítulo de “problemas associados ao emprego e ao desemprego”. A nossa atuação e experiência de alguns anos como profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), nos favorece um olhar mais integrado em relação aos cuidados com o trabalhador. Nesse sentido, argumentamos e, de certa forma, questionamos a nova definição de Síndrome de Burnout pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Propomos, neste artigo, uma reflexão mais ampla e com critério de definição mais abrangente pelo que foi exposto, pois pela nova definição, os riscos psicossociais como: excesso de tarefas, gestão ineficiente de líderes, insalubridade psíquica, carga horária elevada, dentre outros fatores inerentes ao contexto organizacional, não foram considerados também como os agentes estressores. Interessante também pontuarmos que o não saber lidar com o estresse crônico não é apontado como “responsabilidade” do trabalhador em relação ao controle pelos outros riscos ocupacionais como os físicos, químicos e de acidentes, que afetam a saúde física e psíquica dependendo da atividade que exercem nos processos de trabalho.

Estudo de caso com diagnóstico de Síndrome de Burnout


“A ansiedade e o pessimismo tomavam conta de mim”. O relato acima ocorreu oito meses após uma professora ser transferida da unidade de ensino sem consulta prévia,
com sucessivas mudanças de diretoria e assumindo oito turmas com 30 alunos (entre 10 e 14 anos) em cada uma delas. Suas tarefas eram sempre as mesmas, porém a mudança
lhe exigia mais pulso e esforço para conter alunos e concluir,
da melhor forma, cada aula em que se propunha a lecionar.
Estava sempre pensando em suas aulas, no dia seguinte e no que teria que enfrentar pelo mal comportamento de seus alunos, mesmo fora da escola, em momentos
que deveriam ser de lazer. Além do cansaço físico, sentia-se exigida no seu limite emocional.
O mal comportamento dos alunos, a pouca participação nas decisões da instituição e a sua percepção de dificuldade emocional em lidar com os alunos, deixava-a esgotada. O endimento de um terço dos alunos estava abaixo da média. Sentia-se injustiçada pelo mal desempenho destes ser atribuído a ela.
A carga horária era excessiva e sua inexpressiva participação no planejamento das aulas lhe deixava tensa, ansiosa e com sensação de impotência. Sentia-se desmoralizada frente aos alunos, professores e superiores. Certo dia caiu em prantos, ainda na primeira aula do
dia. Aproveitando-se da situação, os alunos realizaram um “grande terremoto” segundo ela. Ausentou-se do trabalho por três meses durante o ano etivo por exaustão física e mental. Passou a apresentar tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldades em tomar decisões, perda de apetite e peso. Sentimento de desvalorização pessoal e ontade de morrer.
Percebeu, a partir deste episódio, que precisava de auxílio médico. Passou por
três afastamentos antes do diagnóstico de Síndrome de Burnout. Esteve afastada por um ano para tratamento com antidepressivos e psicoterapia, obtendo expressiva melhora.
Este caso é um exemplo de que o Burnout parece estar relacionado não a profissões
específicas e sim à maneira como se organiza o trabalho.

Tratamento indicado

Observamos que quando uma determinada empresa não
valoriza políticas de saúde e segurança do trabalho, principalmente no sentido de transmitir informações preventivas, muitos trabalhadores adoecem física e mocionalmente, com sintomas como: apatia, cansaço, desânimo, dores,
irritabilidade, alterações do sono, tristeza excessiva, distanciamento ou isolamento social, dentre outros

Após a constatação de um diagnóstico de Síndrome de Burnout, o encaminhamento que normalmente é indicado são os antidepressivos e, em alguns casos, a psicoterapia.
O determinante fundamental nos atendimentos realizados pela prática clínica parece ser a impossibilidade encontrada por pessoas profundamente engajadas em atingir o ideal, impossibilidade esta também determinada pelas características da organização do trabalho da não participação nas decisões da organização. ■

 

 

Míriam Cristina Zaidan Mota – Psicóloga, especialista
em Neuropsicologia da empresa SSO Medicina do Trabalho.
Dra. Rosane Reis Pontes e Silva – Médica do
Trabalho da empresa SSO Medicina do Trabalho.
www.sso.com.br
Tel. (11) 3772-3194 ou (11) 3771-3484
Download do Artigo em PDF:
CIPA 479 – Artigo OMS Burnout

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AVALIAÇÃO DOS FATORES PSICOSSOCIAIS DA NR-35 https://sso.com.br/2019/04/07/avaliacao-dos-fatores-psicossociais-da-nr-35/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=avaliacao-dos-fatores-psicossociais-da-nr-35 Sun, 07 Apr 2019 05:29:49 +0000 https://sso.com.br/?p=2669 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

  AVALIAÇÃO DOS FATORES PSICOSSOCIAIS DA NR-35 Em 26 de março de 2012, conforme Portaria SIT número 313 de 23 de março de 2012, foi publicada a Norma Regulamentadora -35 (Trabalho em Altura) com a importante inclusão da avaliação dos fatores psicossociais , abordagem que considera, além dos exames clínicos, o estado de saúde emocional, […]

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AVALIAÇÃO DOS FATORES PSICOSSOCIAIS DA NR-35

Em 26 de março de 2012, conforme Portaria SIT número 313 de 23 de março de 2012, foi publicada a Norma Regulamentadora -35 (Trabalho em Altura) com a importante inclusão da avaliação dos fatores psicossociais , abordagem que considera, além dos exames clínicos, o estado de saúde emocional, emocional e os aspectos comportamentais de todos os profissionais que trabalham em alturas com riscos de acidente de trabalho.

Conforme  especificado na norma NR-35 (Comentada) do Ministério do Trabalho e Emprego, subitem 35.4.1.2: Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que:

  1. Os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional (PCMSO), devendo estar nele .

Entende-se o termo exames em sentido amplo, compreendendo a anamnese, o exame físico e, se indicados, os exames complementares a que é submetido o trabalhador, devendo todos os exames e a sistemática implementados estar consignados no PCMSO da empresa, considerando os trabalhos em altura que o trabalhador irá executar.

  1. A avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação.

A norma não estabelece uma periodicidade para avaliação dos trabalhadores que executam trabalhos em altura, cabendo ao médico coordenador, quando houver, ou ao médico examinador estabelecer a periodicidade da avaliação, observando a estabelecida na NR-17, a atividade que o trabalhador irá executar e o seu histórico clínico.

A avaliação médica deverá compreender, além dos principais fatores que possam causar quedas de plos elevados, os demais associados à tarefa, tais como: exigência de esforço físico, acuidade a relação exemplificativa, outros fatores poderão ser considerados.

  1. Seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.

 

O médico examinador deve focar seu exame sobre patologias que possam originar mal súbito, tais como epilepsia e patologias crônicas descompensadas, como diabetes e hipertensão descompensadas etc. Fica reiterado que a indicação da necessidade de exames complementares é de responsabilidade do médico coordenador do PCMSO e/ou médico examinador.

 

FATORES PSICOSSOCIAIS

Os fatores psicossociais relacionados ao trabalho podem ser definidos como aquelas características do trabalho que funcionam como “estressores”, ou seja, implicam em grandes exigências no trabalho, combinadas com recursos insuficientes para o enfrentamento das mesmas.

 

SOBRE OS TESTES PSICOLÓGICOS

Os Psicólogos devidamente inscritos em seus conselhos regionais estão autorizados a utilizar vários instrumentos de avaliação psicológica, conhecidos como testes psicológicos ou “psicotécnicos” ou psicológicos, reconhecidos cientificamente pelo Conselho Federal de Psicologia, para que possa, ser utilizados ou não a critério deste profissional, associados a uma boa anamnese, para verificarmos, por exemplo, os aspectos cognitivos como a Atenção Concentrada e a Atenção Alternada do profissional que trabalha em altura com risco de acidente do trabalho.

Baseada em pesquisas e participação em vários simpósios e eventos relacionados à área de segurança e saúde no trabalho, nossa proposta é considerar além deste levantamento dos aspectos psicológicos, fatores que estejam associados à organização do trabalho, em relação à gestão em segurança e saúde de cada empresa, essa seria a situação ideal, mas sabemos que na prática é  uma atividade que requer tempo e recursos humanos  capacitados para esta análise a qual normalmente é realizada pelo profissional Técnico em Segurança do Trabalho.

Continuo com o propósito de realizarmos um trabalho multiprofissional e interdisciplinar com o objetivo de proporcionar aos funcionários um cuidado integral, nas diferentes especialidades, com o foco principal na prevenção dos acidentes de trabalhoe  nas doenças ocupacionais.

Fonte: Revista CIPA número 400.

 

MÍRIAM CRISTINA ZAIDAN MOTA

Psicóloga – especialista em Neuropsicologia da empresa SSO MEDICINA ASSISTENCIAL E OCUPACIONAL

 

Autora da inclusão da Avaliação Psicossocial na Norma Regulamentadora NR – 35 (Trabalho em Altura).

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Não faz jus adicional de insalubridade a quem aplica injetáveis em clientes de drogarias. https://sso.com.br/2019/03/01/nao-faz-jus-adicional-de-insalubridade-a-quem-aplica-injetaveis-em-clientes-de-drogarias/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nao-faz-jus-adicional-de-insalubridade-a-quem-aplica-injetaveis-em-clientes-de-drogarias Fri, 01 Mar 2019 15:01:36 +0000 https://sso.com.br/?p=2436 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

6 de novembro 2016 Servidoras públicas federais que ficam expostas a agentes nocivos à saúde têm o direito de receber o adicional de insalubridade durante a licença-maternidade. Esse foi o entendimento firmado pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região ao confirmar sentença que deu ganho de causa a uma funcionária pública do […]

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Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

6 de novembro 2016

Servidoras públicas federais que ficam expostas a agentes nocivos à saúde têm o direito de receber o adicional de insalubridade durante a licença-maternidade. Esse foi o entendimento firmado pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região ao confirmar sentença que deu ganho de causa a uma funcionária pública do Departamento de Odontologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

A mulher deu à luz a um menino em janeiro. Ela teve o salário reduzido e entrou em contato com a direção da instituição pedindo o restabelecimento do adicional. A UFSM não atendeu à solicitação.

Em março, a servidora ingressou com o processo na 3ª Vara Federal da cidade. Nos autos, ela sustentou a legalidade do pagamento, uma vez que o adicional de insalubridade tem natureza remuneratória. Já a UFSM argumentou que, ao ficar afastada das operações e locais de risco, não tem motivo para continuar recebendo o benefício.

Em primeira instância, a Justiça aceitou o pedido, levando a universidade a recorrer ao tribunal. O relator do caso na 4ª Turma, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, manteve o entendimento. Segundo o magistrado, o Regime Jurídico Único dos servidores da União diz que a “remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, sendo irredutível”.

Assim, entendeu que, a mulher deve receber o adicional de insalubridade durante licença-maternidade, uma vez que o pagamento é inerente ao exercício do cargo, sendo vantagem permanente, enquanto exercer a atividade que lhe dá esse direito. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.

Processo 5001389-58.2016.4.04.7102

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Adicional de insalubridade também deve ser pago durante licença-maternidade https://sso.com.br/2019/03/01/adicional-de-insalubridade-tambem-deve-ser-pago-durante-licenca-maternidade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=adicional-de-insalubridade-tambem-deve-ser-pago-durante-licenca-maternidade Fri, 01 Mar 2019 14:59:06 +0000 https://sso.com.br/?p=2433 Exame Admissional – Vantajoso para o empregador e para o empregado • Exame Admissional • Exames Periódicos • Exames de Retorno • Exame de Migração de Função • Exame Demissional.

6 de novembro 2016 Servidoras públicas federais que ficam expostas a agentes nocivos à saúde têm o direito de receber o adicional de insalubridade durante a licença-maternidade. Esse foi o entendimento firmado pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região ao confirmar sentença que deu ganho de causa a uma funcionária pública do […]

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6 de novembro 2016

Servidoras públicas federais que ficam expostas a agentes nocivos à saúde têm o direito de receber o adicional de insalubridade durante a licença-maternidade. Esse foi o entendimento firmado pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região ao confirmar sentença que deu ganho de causa a uma funcionária pública do Departamento de Odontologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

A mulher deu à luz a um menino em janeiro. Ela teve o salário reduzido e entrou em contato com a direção da instituição pedindo o restabelecimento do adicional. A UFSM não atendeu à solicitação.

Em março, a servidora ingressou com o processo na 3ª Vara Federal da cidade. Nos autos, ela sustentou a legalidade do pagamento, uma vez que o adicional de insalubridade tem natureza remuneratória. Já a UFSM argumentou que, ao ficar afastada das operações e locais de risco, não tem motivo para continuar recebendo o benefício.

Em primeira instância, a Justiça aceitou o pedido, levando a universidade a recorrer ao tribunal. O relator do caso na 4ª Turma, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, manteve o entendimento. Segundo o magistrado, o Regime Jurídico Único dos servidores da União diz que a “remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, sendo irredutível”.

Assim, entendeu que, a mulher deve receber o adicional de insalubridade durante licença-maternidade, uma vez que o pagamento é inerente ao exercício do cargo, sendo vantagem permanente, enquanto exercer a atividade que lhe dá esse direito. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.

Processo 5001389-58.2016.4.04.7102

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